Tratado de Schengen e suas exigências

O tratado de Schengen é sobre o acordo assinado por 26 países europeus onde o livre trânsito de seus cidadãos é estabelecido entre um país e outro. Cite seu seguro Schengen aqui.

A assinatura ocorreu em uma pequena cidade no Luxemburgo conhecido como Schengen, daí o tributo com o seu nome, embora as pessoas possam circular livremente pelos países que compõem tanto deve cumprir alguma exigência adicional: Uma política internacional, com cobertura médica

Por esta razão, é essencial ter em mãos um seguro de viagem para apoiá-lo se o seu destino é a Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Itália, Letónia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polónia, Portugal, República Checa, Suécia ou Suíça.

Muito importante que a seguradora, que deve ter ramo contrato firme no país do espaço Schengen e deve ter cobertura mínima de 30.000 euros para despesas de saúde e repatriação funeral em caso de doença ou acidentes. A duração da cobertura será de acordo com o tempo da sua estadia no local.

Você também tem planos para perda de bagagem, cancelamento, pré-existência, trabalho e viagens e esportes radicais, bem como cobertura de responsabilidade caso você precise de apoio legal na Europa.

Visto Schengen

Para obter o visto Schengen, os cidadãos devem consignar as seguintes precauções às embaixadas de qualquer um dos 26 países:

  • Formulário de inscrição Visto Schengen (preenchido).
  • Passaporte e documento de identidade válidos (DNI).
  • 2 fotos de fundo branco (3,5 x 4,5 cm)
  • Seguro de viagem: cobertura mínima de 30.000 euros (doença, acidente, repatriamento de despesas administrativas).
  • Bilhetes de avião ou barco.
  • Demonstrações financeiras que demonstram a solvência econômica do requerente.

Se você viajar para a União Européia por motivos comerciais ou de estudo, deverá enviar uma carta de convite assinada e carimbada pela instituição ou empresa que fez a solicitação, explicando detalhadamente o motivo e o tempo de permanência.

Exemplos de requisitos para entrar em alguns países:

– REQUISITOS PARA ENTRAR NA FRANÇA COMO TURISTA

Nos termos do Acordo de Isenção de Visto Turístico vigente entre Argentina e França, os cidadãos argentinos titulares de passaporte comum não necessitam de visto para entrar na França para fins turísticos, para estadias que não excedam 90 dias (dentro de um período de 180 dias). dias corridos). Este período é aplicável a todo o espaço Schengen.

A isenção de visto não isenta da verificação de imigração realizada no ponto de entrada na França, onde o cidadão argentino deve provar seu status como turista. Para este propósito, você deve ter a seguinte documentação no momento da sua entrada na França:

Características para seguro de carga

Existe algum risco que necessita de consulta prévia no seguro de carga?

Algumas coberturas A, B e C apresentam riscos que podem ser cobertos se for realizada uma consulta prévia que é formalizada ao ser incluída uma cláusula que especifica a cobertura e o pagamento do prêmio adicional. São elas:

• Desvio e transbordo de rota que sejam voluntários;
• Revolução, guerra civil, guerra, insurreição, rebelião ou comoção civil delas resultantes ou de qualquer ato de hostilidade ou contra uma potencia beligerante;
• Arresto, restrição, apreensão, captura ou detenção (exceto quando se trata de pirataria) e suas consequências ou qualquer tentativa que vise essa atividade;
• Requisição, nacionalização, confisco ou apropriação antecipada;
• Torpedos, minas e bombas ou qualquer outra arma de guerra que tenha sido abandonada;
• Trabalhadores em lockout (que estão com a jornada de trabalho reduzida como uma alternativa de greve), grevistas, pessoas que participam de distúrbios trabalhistas, comoções civis ou tumultos;
• Lockout, greve, distúrbio trabalhista, comoção civil ou tumulto;
• Obrigações tributárias.

O que é a cláusula “dispensa do direito de regresso” e em quais condições ela é aplicada?

Esta é uma cláusula conhecida por DDR, Dispensa de Direito de Regresso. Ela dá o direito a seguradora de recuperar o montante das indenizações que foram pagas ao segurado quando o responsável pelo prejuízo é de terceiros como, por exemplo, um motorista que transitava embriagado ou com sua habilitação irregular e provoca um acidente na estrada causando danos a carga que tem o seguro de carga. A seguradora indeniza o prejuízo, mas tem todo direito de pedir o regresso contra o motorista. Ou seja, a seguradora cobra do motorista ou transportadora que o contratou o valor que ela pagou pela indenização. O simples fato dessa cláusula estar incluída no contrato não dispensa a necessidade do transportador contratar o seguro compulsório de responsabilidade civil.

O seguro de carga possui um limite de responsabilidade?

Sim, esse limite é o valor da indenização que a seguradora tem de pagar se ocorrer qualquer dano o perca da carga em cada viagem que um mesmo meio de transporte fizer. Outro ponto que é levado em conta é o armazenamento dos bens e/ou mercadorias em terminais ou pontos de carga dos aeroportos.

Na própria apólice tem a definição do limite máximo de indenização para uma mesma viagem e/ou embarque tendo como base o cálculo do valor da importância que é segurada. Por sua vez, esse valor deve corresponder ao custo que foi declarado na fatura comercial mais o frete. A quantia que está presente na fatura comercial recebe o nome de valor do objeto segurado ou VOS. Ela pode ser adicionada dos lucros esperados pelos lucros que o comprador espera, impostos e despesas.

Se um computador ou qualquer outro aparelho acabar falhando ou tendo um mau funcionamento que ocasione no salvamento errado da data mesmo que tudo continue funcionando corretamente após esse fato ter acontecido esse risco encontra-se dentro do da cobertura do seguro de carga?

A lista de riscos excluídos é bem vasta nesse tipo de seguro e um deles é quando há mau funcionamento ou falha de qualquer equipamento e/ou programa de computador ou sistema de computação eletrônica em reconhecer corretamente interpretar ou até processar e distinguir ou salvar qualquer data como sendo a real e exata data do calendário mesmo que continue funcionando corretamente após ela.